quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

DIÁRIO DE MINISTÉRIO 3- CURSO DE LOUVOR E ADORAÇÃO 3º ENCONTRO

Nessa quarta estivemos no 3º encontro da palestra sobre Louvor e Adoração na Segunda Igreja Batista.Estivemos ministrando sobre o comportamento do músico e adorador.O conteúdo está abaixo:

I-Adoração: Uma obediência ao convite de Deus (SL95.6-7)
Elementos fundamentais  do culto:
1-O propósito é glorificar a Deus
2-Cristo deve ser o centro
3-O Espirito Santo inspira cada prática do culto
4-O resultado é a edificação
5-A participação era evidente da congregação

II-Adoração:Uma resposta ao favor de Deus (Lc1.46-50)
O que vai motivar o culto a Deus de um mais que outros é o fato de umas entenderem que diante dos grandes feitos de Deus, não se pode deixar de responder de maneira correta o
favor do Senhor.

III-Propósito da música
1.Glorificar a Deus(lc1.68)
2.Abençoar o culto (2 Ts3.1)
3.Ensinar verdades bíblicas (SL119.11)
4.Favorecer a participação de toda a congregação (Sl126.3)

IV-Dom e talento
Existe  uma diferença de dom e talento.Dançar,atuar,cuidar da mídia da igreja não é um dom.Isso é talento.Por isso é importante saber qual o seu ministério.
Há semelhanças e diferenças entre talentos e dons espirituais. Os dois são dádivas divinas. Os dois crescem em efetividade com o uso. Os dois são para ser usados a favor de outras pessoas, não para propósitos egoístas. 1 Coríntios 12:7 diz que os dons espirituais são dados para beneficiar outras pessoas.... não a nós mesmos. Como os dois maiores mandamentos são para amar a Deus e a outras pessoas, dá-se a entender que talentos devem ser usados para esse propósito. No entanto, talentos e dons espirituais diferem em para quem são dados e quando. Uma pessoa (independente de sua crença em Deus e Cristo) recebe talento natural como resultado de uma combinação da genética (alguns têm a habilidade natural para música, arte ou matemática) e ambiente (crescendo em uma família musical vai ajudar o desenvolvimento do talento em música), ou simplesmente porque Deus quis favorecer certas pessoas com certos talentos (por exemplo, Bezalel em Êxodo 31:1-6). Os dons espirituais são dados aos cristãos pelo Espírito Santo (Romanos 12:3,6) no mesmo tempo em que colocam sua fé em Cristo para obter perdão de seus pecados. Naquele momento, o Espírito Santo dá ao novo crente o(s) dom(ns) espirituais que deseja que aquele crente tenha (1 Coríntios 12:11).



V-O caráter da música
Uma grande questão no meio cristão tem sido o definir o que é música sacra e profana. Para isso devemos definir sobre cultura.
Antes de falarmos da relação do cristão com a cultura, é necessário definirmos o que é cultura:

    Em sentido amplo, refere-se ao cultivo de hábitos, interesses, língua e vida artística de uma nação: histórias, símbolos, estruturas de poder, estruturas organizacionais, sistemas de controle, rituais e rotinas.
    Tudo o que caracteriza uma realidade social de um povo ou nação, ou então de grupos no interior de uma sociedade: valores, atitudes, crenças e costumes.
H. Richard Niebuhr (1894-1962), apresentou em seu livro Cristo e cultura (download gratuito) cinco categorias de classificação do relacionamento entre o cristão e a cultura, fornecendo, assim, ferramentas para descrever a forma que os cristãos encaram questões sociais, éticas, políticas e econômicas.

1. O cristão contra a cultura

Os que seguem esta corrente enfatizam que, diante da natureza decaída da criação, é necessário que se criem estruturas alternativas, e que estas sigam mais de perto o chamado radical do evangelho. Esta posição foi afirmada no Didaquê, na Primeira Epístola de Clemente, e nos escritos de Tertuliano (c.160–c.225) e dos anabatistas do século xvi, como Michael Sattler (c.1490–1527).

2. O cristão da cultura

Os ensinos do evangelho têm íntima relação com as estruturas culturais, num processo de acomodação a esta. Ou seja, toda e qualquer cultura é incorporada no cristianismo. Apesar das objeções que são lançadas a esta posição, ela tem sido influente na história da igreja. Os ensinos de gnósticos do século III, Abelardo de Paris (1079–1142) e dos teólogos liberais do século XIX refletem esta posição.. A igreja evangélica na Alemanha, por influência deste entendimento, trocou seu nome para Igreja do Reich e seus pregadores juraram obediência a Hitler. O fundamentalismo americano acabou espelhando esta posição, afirmando os valores básicos da cultura dos Estados Unidos. Aqui no Brasil, se por um lado rejeitamos toda cultura local (o cristão contra a cultura), por outro acabamos abraçando a cultura americana (o cristão da cultura), como se ela fosse uma cultura cristã e achamos que uma cultura é intrinsicamente superior a outra.

3. O cristão acima da cultura

Este é o conceito católico, influenciado por Clemente de Alexandria (c.150–c.215) e Tomás de Aquino (1225–1274), que busca uma unidade entre o cristão e a cultura, onde toda a sociedade aparece hierarquizada. Na Idade Média o ensino eclesiástico alcançou quase todos os aspectos da sociedade: suas práticas religiosas formaram o calendário; seus rituais marcaram momentos importantes (batismo, confirmação, casamento, ordenação) e seus ensinamentos sustentavam crenças sobre moralidade, significado da vida e a vida após a morte. A igreja e sua mensagem são institucionalizadas e o que deveria ser condicionado culturalmente é absolutizado. Neste terceiro modelo, o que é levado não é o evangelho, mas uma cultura.
4. O cristão e a cultura em paradoxo

Posição comumente associada a Martinho Lutero (1483-1546) e Søren Kierkegaard (1813-1855). Esta posição mantém o entendimento bíblico da queda e da miséria do pecado, e o chamado para se lidar com a cultura. A relação do cristão com a cultura é marcada por uma tensão dinâmica entre a ira e a misericórdia.

Lutero enfatizou este tema com sua doutrina dos “dois reinos”: a mão esquerda, mundana, segura a espada do poder no mundo, enquanto a mão direita, celeste, segura a espada do Espírito, a Palavra de Deus. Não se pode tentar coagir a fé, nem se pode tentar acomodar a fé aos modos seculares de pensamento.

Um exemplo: espancamento feminino. A mulher deve processar o marido? Nesta visão paradoxal, como cristã, ela não deveria (pois o crente não leva outro ao tribunal secular), mas como cidadã, sim. Então, a mulher vive um conflito paradoxal.
5. O cristão como agente transformador da cultura

A cultura deve ser levada cativa ao senhorio de Cristo. Sem desconsiderar a queda e o pecado, mas enfatizando que, no princípio, a criação era boa, os que estão nesse grupo enfatizam que um dos objetivos da redenção é transformar a cultura. Sendo assim, por mais iníquas que sejam certas instituições, elas não estão fora do alcance da soberania de Deus. Ou seja, mesmo sabendo da queda, o cristão não abandona a cultura (o cristão contra a cultura), mas busca redimi-la, levá-la aos pés de Cristo.

Partindo daí o que é santo e profano¿
Em Levítico 10.1-3 lemos que o fogo que os dois trouxeram para diante do Senhor era estranho em sua origem. Houve falta de seriedade diante de Deus sendo irreverentes. Não é ritmo nem melodia que define profano de sacro.O que a faz sagrada é sua mensagem¿
Dai podemos responder um crente pode ouvir música secular¿Ir para um show secular¿O que é um show gospel¿
Entenda que após a queda a imagem e semelhança de Deus (Homem) foi danificada pelo pecado todavia ainda resta uma parcela da glória de Deus na natureza .No ser humano também acontece o mesmo:Ainda a coisas nobres nele.Sendo assim uma pessoa caída pode expressa beleza,sentimento e coisas nobres.A exemplo de uma sinfonia ,poesia, pintura e uma música instrumental.
Porém por uma questão de testemunho e escândalo não convém um cristão está em um show secular mesmo que não afete sua vida espiritual. A também a questão do público que está no show(Muitas vezes alcoolizados,violentos e sexualmente permissivos).Você pode afirma :Há mais existem show evangélicos piores que os seculares.É verdade mais pra começar a Deus não se oferece show se dar culto.Outra coisa que adoração é uma questão espiritual.







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