Mais que um blogger um verdadeiro portal de cultura e cristianismo.Uma verdadeira plataforma onde não só é um excelente suporte de estudo mais também um espaço de reflexão,informação, cultura e instrumento de educação.
A polêmica história da marca da besta é esclarecida nesse pequeno vídeo feito pelo Bispo Walter MacAlister.Tire suas dúvidas sobre o assunto e veja o conceito real e bíblico da questão.
Minh'alma engrandece ao Senhor
Meu espírito se alegra
Em Deus meu Salvador.
Pois com poder tem feito grandes coisas
E com misericórdia
Demonstrado amor.
Santo, Santo
Santo és Senhor. {2a vez }
Tem enchido nossas lâmpadas
Com o óleo do Espírito
Tem feito sua vide florescer.
SINOPSE
Ao fundar o polêmico website WikiLeaks, Julian Assange (Benedict
Cumberbatch) contou com o apoio do amigo Daniel Domscheit-Berg (Daniel
Brühl). Com o crescimento do site e do grau de influência de Assange, a
relação entre os dois acabou bastante abalada. Carice van Houten, Laura
Linney e Anthony Mackie completam o elenco.
CRÍTICA
Julian Assange e seu colega Daniel
Domscheit-Berg se uniram para se tornarem vigilantes dos privilegiados e
poderosos. Juntos eles mudaram o mundo expondo segredos obscuros
daqueles que tem muito a esconder. Quando Assange e Berg tem acesso a um
dos maiores vazamentos da história do governo americano, eles entram em
conflito um com outro sob uma das maiores questões de nossa época: Qual
é o custo de manter segredos numa sociedade livre? E qual é o custo de
expor esses segredos?
A sinopse acima é do thriller baseado em
fatos reais “O Quinto Poder” (“The Fifth Estate” no original), que
conta a história do surgimento da WikiLeaks. Uns três anos atrás, quase
ninguém sabia o que era esse site. De lá pra cá, o site criado pelo
polêmico australiano Julian Assange explodiu, ao expor para o mundo,
mantendo as fontes anônimas, segredos que grandes governos e companhias
não queriam que fosse a tona. Hoje em dia qualquer pessoa minimamente
informada sabe o que é o WikiLeaks, e é claro que Hollywood ia querer
tirar lucro dessa história controversa.
Em “O Quinto Poder” há uma tentativa de
contar os primórdios e a acessão do site, mas tudo num estilo panos
quentes, sem se comprometer a julgar se as atitudes feitas pela
organização são corretas ou errôneas. Assange (aqui interpretado por
Benedict Cummberbatch) é mostrado como um personagem misterioso e
bipolar, algo que não agradou muito o original, que disse que a produção
é mentirosa e implorou ao ator que o interpreta a não fazer parte de
uma produção tão cheia de erros. Aqui um fato curioso, como tradição do
WikiLeaks, o site vazou o roteiro do filme antes do mesmo estrear e
apontou diversos fatos, que segundo eles, seriam diferentes da
realidade. Se o filme é verídico é complicado saber, mas em defesa do
mesmo ele é baseado no livro do ex-braço direito de Julian Assange,
Daniel Domscheit-Berg, obviamente hoje ambos são brigados. Entretanto
esses eram unha e carne no começo do site. O diretor da obra, Bill
Condon (A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 e Parte 2), tem uma
carreira um tanto fraca, e aqui ele faz um filme sem personalidade, que
não se compromete com nada e praticamente relata os fatos sem deixar
alguma impressão.
O filme tinha um grande potencial de
passar uma mensagem sobre os valores da WikiLeaks e seus perigos também,
mas o realizadores escolheram o caminha covarde, o da neutralidade.
Apenas no fim que é arriscado uma mensagem direta, quando o personagem
de Assange fala diretamente com o espectador, quebrando a quarta parede,
mas é um momento forçado. O ritmo é corrido, tentando passar a sensação
da avalanche de informações que vivemos hoje em dia na era virtual, mas
como já dito, a obra carece de vida, e mesmo com os atores principais,
Benedict (Além da Escuridão: Star Trek e o seriado Sherlock da BBC) e
Daniel Bruhl (Adeus, Lenin! e Rush: No Limite da Emoção), dando seu
melhor para segurar o longa, no fim das contas o filme tem pouco a dizer
e quase nada a revelar.
Existem igreja que entra ano e sai ano as mesmas pessoas ,as mesmas programações, os mesmo cultos...E embora até reforme seus templos mudem seus lideres continuam verdadeiros cemitérios espirituais.Quando chegam nesse ponto a liderança cansa e no desespero assume aqueles sempre despreprados.Em muitas cidades nesse Brasil esses cemitérios tem servido apenas de depositos de pessoas.Um lugar para passar o tempo ou que foi forçado a tradição.A apenas uma coisa que pode mudar esse quadro e isso se chama avivamento.Somente um avivamento real nessa igreja poderá restaurar ela dessa situação.Uma mudança de atitude e liderança.Abraçar novos projetos ser desafiada a sair das 4 paredes.Fazendo isso poderá Deus mudar a sorte desse povo.
Mara
Lima é paranaense, nascida em Francisco Beltrão, no dia 07 de janeiro
de 1961. Filha do militar Constantino Lima dos Santos e da professora
Tereza Nonato dos Santos. Sua família sempre foi muito humilde e com
muita dificuldade mantinham ela e seus três irmãos, Ariel, Hamilton e
Sirlei. Mas nem mesmo as dificuldades enfrentadas por ela conseguiam
tirar sua alegria. Ainda pequena já mostrava talento para o canto e
música. Cantava com o pai em festinhas da família e de amigos. Já
adolescente e tendo muitos problemas familiares,
ela ouviu falar de Jesus pela primeira vez. Mara aceitou o convite de
uma pessoa muito especial (hoje seu esposo, Gessé Lima) para ir à
igreja. Lá ela foi tocada pelo Espírito Santo. Nesse dia Mara teve um
encontro real com Deus. O tempo foi passando e Deus começou falar
profundamente em seu coração, para que louvasse o seu nome. Mara
resistiu muito, pois não se achava em condições para tal
responsabilidade. Mas a chamada de Deus foi mais forte. Então ela
começou a louvar ao Senhor nas igrejas onde passava. Deus começou a agir
grandemente através do seu louvor, e por todos os lugares que passava
era usada por Deus. Inicialmente ela louvava com hinos de outros
cantores, porém começaram a surgir pedidos para que ela gravasse seu
primeiro disco. Mas Mara só aceitou após a confirmação de Deus. Foram
muitas as provações até gravar seu primeiro disco, mas Deus estava com
Mara, foi lançado então o LP “Além da Morte”. Para honra e glória do
nome do Senhor seu disco foi muitíssimo aceito e ela começou a ser
conhecida em todo o País. Mas Deus tinha mais para ela. Em alguns anos
ela já não era conhecida apenas no Brasil, mas em diversos outros
países, levando a palavra de Deus a todos os necessitados. Hoje Mara tem
mais de 30 anos de ministério e é dona da sua própria Gravadora, a
Louvor Eterno, que possui em diversos outros nomes da música Gospel. Hoje o Grupo Louvor Eterno, na diretoria de Mara Lima e Gessé Lima, possui uma Rádio FM no Paraná, um estúdio de Gravação
em Curitiba, uma grande loja de produtos evangélicos também em
Curitiba, além da Gravadora Louvor Eterno, considerada a melhor do Sul
do País. Deus é fiel.
Discografia
Álbuns de estúdio
1982: Além da Morte150 Mil cópias vendidas
1985: Exemplo das Pedras140 Mil copias vendidas
1986: Vaso Perfeito170 Mil cópias vendidas
1987: Lembranças200 Mil cópias vendidas
1988: Grão de Areia1 milhão cópias vendidas
1989: Valor de uma Alma1,5 milhão de cópias vendidas
Todavia, praticamente a maioria de seus álbuns já atingiram a venda
superior a mais de cem mil cópias, porém sem referências na internet.[porquê?] Mas podemos dizer que ao longo de sua carreira, a cantora confirmou que ao todo seus CD's já venderam mais de seis milhões de cópias.[carece de fontes]
Eu queria ter a fé de Abraão,
Eu queria ser forte como Sansão. Lutar com o anjo como fez Jacó
Que lutou bastante e dele não teve dó.
Eu queria ser como o profeta Jeremias Que por se lamentar, Deus sempre lhe ouvia.
Eu queria ser como o velho Simeão
Que abrindo os olhos viu o autor da salvação.
Mas sou um grão de areia nas mãos do Senhor.
Manda que vai, eu vou! Diz pra ficar, eu fico! E agindo assim com Deus não temo perigo.
Eu queria ter a paciência que teve jo
Que lutou bastante e nunca ficou só.
Eu queria a ser como o próprio Eliseu que tocando as águas, o rio lhe obedeceu.
Eu queria ser como Ana nossa irmã
Que com oração o Messias aguardou.
Eu queria ser como a rainha Ester
Que com hulmidade o lugar de honra alcançou.
Mas sou um grão de areia nas mãos do Senhor.
Manda quer vai, eu vou! Diz pra ficar, eu fico! E agindo assim com Deus não corro perigo.
Mas sou um grão de areia nas mãos do Senhor.
Manda quer vai, eu vou! Diz pra ficar, eu fico! E agindo assim com Deus não corro perigo
E agindo assim com Deus não corro perigo (2x)
CRÍTICA
ez anos após o lançamento do divertido O Âncora - A Lenda de Ron Burgundy, Will Ferrell
finalmente consegue reunir sua equipe para realizar uma continuação,
que tem tudo para agradar aos fãs. O primeiro filme não foi um grande sucesso mundial,
mas com o passar do tempo foi se tornando uma espécie de cult do humor e
a insistência dos fãs acabou fazendo com que os envolvidos no primeiro
filme topassem retornar para uma sequência.
Desde 2004, muita coisa mudou. Ferrell fez muito sucesso e depois deu uma esfriada, Christina Applegate sumiu das telonas, Paul Rudd e David Koechner seguiram no mesmo ritmo, sendo que o primeiro agora pode se tornar um astro com Homem-Formiga. Do quinteto principal, um ator se destacou mais que os outros nestes dez anos: Steve Carell. Neste meio tempo, ele realizou O Virgem de 40 Anos, Pequena Miss Sunshine, Meu Malvado Favorito e Amor a Toda Prova, além da série The Office. O sucesso de Carell fica evidente quando vemos sua participação no novo longa. Se em O Âncora ele aparecia pouco (mas sempre com destaque), em Tudo Por um Furo
ele quase que divide tempo de tela com Ferrell. Isso fica claro quando o
filme chega ao ponto de investir em um romance paralelo à saga do
protagonista.
Ron Burgundy (Ferrell) e a esposa Veronica Corningstone (Applegate) deixam San Diego
a caminho de Nova York e tudo vai muito bem até que ela aceita
continuar na emissora que o demitiu. Terminada a relação, Ron retorna
para San Diego e passa a trabalhar como apresentador em shows no Sea
World, emprego em que não se sai muito bem. Para sua felicidade, logo
aparece uma nova oportunidade em NY, em um canal de notícias 24 horas, e ele decide reunir a velha equipe.
O
longa é muito divertido, mas não é para todos. Trata-se de um humor
histérico, quase que idiota, mas, sem dúvida, divertido. Sem se utilizar
de piadas escatológicas, Ferrell abusa das caras e bocas, mas como é
mestre nisso acaba se saindo bem.
Dirigido por Adam McKay, Anchorman 2: The Legend Continues (no original)conta com uma trilha sonora bem interessante, que reúne nomes como Lionel Richie, Kenny Loggins, Eddie Van Halen e até Olivia Newton-John, com o tema de Xanadu.
A
trama é simples e a narrativa segue uma fórmula que deu certo no
primeiro filme, mas que aqui pode soar repetitiva. Temos o crescimento e
sucesso da equipe, as brigas internas e a queda de Ron Burgundy ao
desespero, para ser seguida de um momento de redenção. Também se repete a
ideia de batalha campal entre vários veículos de imprensa. É repetitivo, mas também é apoteótico graças às participações especiais de nomes como Tina Fey, Jim Carrey, John C. Reilly, Liam Neeson, Kirsten Dunst, Sacha Baron Cohen, Amy Poehler, Vince Vaughn e Will Smith.
A batalha é divertidíssima, destacando novas mídias (para o final da
década de 70) como a MTV e a ESPN, e ainda brincando com o History Channel, que trata de história ao mesmo tempo em que dá destaque à mitologia.
O elenco ainda conta com as presenças de Meagan Good, James Marsden, Greg Kinnear, Dylan Baker e Harrison Ford, sem falar na ótima Kristen Wiig, que vive o par romântico do personagem de Carell. Não se trata de uma obra inesquecível, mas sem dúvida faz justiça ao nome de Ron Burgundy. FONTE:ADORO CINEMA TRAILER
SINOPSE: Sem emprego e separado da mulher Veronica (Christina Applegate), Ron
Burgundy (Will Ferrell) trabalha como apresentador de shows no Sea
World. Convidado para trabalhar como âncora em uma emissora que exibe
notícias por 24 horas, ele decide reunir sua equipe. Brick (Steve
Carell), Brian (Paul Rudd) e Champ (David Koechner) aceitam o convite de
Ron e o quarteto parte para Nova York para integrar uma rede importante
e competir num nível nacional.